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elixirdebaco

5 grandes amigos, que gostam de provar, mas sobretudo de beber vinho todos juntos. Como a vida os afastou (geograficamente), o vinho acabou por os juntar. E o vinho, torna-se sempre melhor quando é partilhado!

Ventozelo Reserva 2016

por Rui Sousa, em 20.09.20

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Características do Vinho:

Tipo: Tinto
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Alicante Bouschet e Sousão
Região: Douro
Data da Prova: 02 de Setembro de 2020
Teor Alcoolico: 13,5%

Produtor: Quinta do Ventozelo

Enólogos: José Manuel Sousa Soares

Sobre o Vinho:

O ano vinícola decorreu tardio, com a maturação a desenrolar-se a temperaturas muito altas, com excelentes resultados em parcelas mais frescas voltadas a Norte. As vinhas são extremes de cerca de 20 anos. Condução em cordão bilateral e poda em talão. A vindima foi manual, durante o mês Setembro. À entrada da adega as uvas foram totalmente desengaçadas e maceradas. A fermentação decorreu em contacto com as massas, com controlo rigoroso de temperatura. Estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês de 500 litros e engarrfamento decorreu em Janeiro de 2018. (Quinta do Ventozelo)

 

Prova:

De cor vermelha escura, aromas a fruta madura, preta e silvestre, amoras e algum floral. Na boca, bons taninos, envolventes, carnudos, com a fruta preta no conjunto, juntamente, com especiarias, chocolate e frutos secos (noz). Acidez muito bem equilibrada com final longo. Excelente RQP. 

 

Classificação: 17,5/20 

Preço: 4,99€  (promoção PD)

Observações: Vivino: 4.0/5Wine Enthusiast: n/d;  Revista de Vinhos: n/d; Grandes Escolhas: 17/20

Vallado Tinto 2017

por Rui Sousa, em 08.08.20

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Características do Vinho:

Tipo: Tinto
Castas: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Sousão.

Ano: 2017
Região: Douro
Data da Prova: 30 de Julho de 2020
Teor Alcoolico: 14%

Produtor: Quinta do Vallado

 

Sobre o Vinho...

As uvas foram vindimadas manualmente e vinificadas em cubas de aço inoxidável de 5 e 10 toneladas de capacidade e uma pequena parte em lagares. O mosto fermentou durante cerca de uma
semana a 23º - 25º C, com remontagem automática programada. Cerca de 75% do vinho estagiou durante 12 meses em cubas de aço inoxidável e o restante em barricas de 225 lt de carvalho Francês de 3º e 4º ano.

 

Prova:

Vinho tinto de cor vermelha muito escura, no inicio nariz fechado, complexo, com tempo a mostrar a fruta preta e algum floral. Na boca taninos envolventes, redondos que nos conquistam. Fruta preta gulosa, e toques de torrados, especiarias a acompanhar. Final médio. Tinto perfeito para acompanhar uma boa conversa. Excelente RQP. Adquirido numa promoção...

 

Classificação: 17/20 

Preço: 5,99€ 

Observações: Vivino: 3.9/5Wine Enthusiast: 90/100;  Revista de Vinhos: n/d; Grandes Escolhas: n/d; 

Provas da equipa EdB

por Rui Sousa, em 23.06.20

Durante a semana, a equipa elixir de baco foi provando e bebendo alguns néctares e agora decidimos partilhar,

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Duas Encostas Signature Vinhas Velhas 2017, Tinto, Dão.

Vinho do Dão, com nariz logo a fruta vermelha, com os morangos a sobressair. Na boca, taninos suaves com pouca acidez, pouco encorpado, mas a conseguir manter uma frescura e persistencia agradável. Um tinto mais "leve" que até casava bem com um bom peixe! Élvio Sousa 

 

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Fonte de Perdiz Old Vines 2018, Tinto, Douro, 13,5%

Bom Douro! Muita fruta vermelha, morangos, cereja. Na boca taninos firmes, robustos inicialmente e com o tempo mais envolventes. Vinho com boa acidez e frescura mediana, encorpado, mas com final pouco persistente. Boa surpresa com um excelente preço. 3,5 €. 15,5. Rui Sousa

 

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Monte da Peceguina 2017, Tinto, Alentejo, 14,5%

Um alentejano de Albernôa, da Herdade da Malhadinha Nova. Na boca seco, com aromas terciários a se notar, toques de madeira e frutos secos. Final longo, persistente.
Classificação: 16/20. Hélder Gonçalves

 

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Alicante Bouschet Monsarraz 2017, Tinto, Alentejo, 15,5% 

Tinto com 15,5% a evidenciar logo de inicio o álcool. De cor vermelho escuro, apresenta aromas de fruta vermelha madura, ameixa, cereja. Na boca, muito macio, muito encorpado, com taninos presentes mas controlados. Final persistente. Classificação: 14,5/20. Hélder Gonçalves 

Fim de Semana com Vinhos

por Rui Sousa, em 09.06.20

Quando chegamos à 6ª Feira, ficamos logo com fim de semana à vista, e a vida leva-nos para o mais importante, família, amigos e claro está, os vinhos...

E pela primeira vez provas de alguns néctares degustados pela equipa EdB,

 

Vale de Cavalos Tinto 2017

Vinho encorpado, com aromas marcados pelos frutos vermelhos. Acidez marcada mas controlada e terminar com final pouco persistente. Conjunto harmonioso e bem agradável. 17 valores. Élvio Sousa

 

Altano Naturalmente Branco 2019

Prova marcada pelos aromas citricos e ananás. Seco, leve com a acidez qb e os citrinos presentes. Final pouco persistente a sobressair as frutas tropicais, como o maracujá. Hélder Gonçalves

 

Quinta das Maias Branco 2019

Branco elegante, pouco exuberante, seco, mineral. Aromas suaves a maça e pera. Na boca, boa acidez, envolvente a denotar que é branco do Dão, tem estrutura. Final pouco persistente. 15,5 Valores. Rui Sousa

Altano Biológico Tinto 2016

por Rui Sousa, em 29.05.20

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Características do Vinho:

Tipo: Tinto Biológico
Castas:  Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão e Tinta Barroca

Ano: 2016
Região: Douro
Data da Prova: 16 de Maio de 2020
Teor Alcoolico: 14%

Produtor: Symington Family Estates

 

Sobre o Vinho...

A Symington esteve entre os pioneiros dos vinhos modernos do Douro. Nos anos 90 começámos a produzir vinhos Douro DOC a partir das mesmas vinhas e castas autóctones que sempre produziram excelente vinho do Porto. Lançámos o primeiro Altano tinto em 1999 e não olhamos para trás. Os Altano tintos são produzidos exclusivamente com uvas das nossas vinhas. (https://pt.symington.com/brand/altano)

 

Prova:

Primeiro vinho biológico em prova e a escolha não podia ter sido melhor. Um verdadeiro Douro com aromas e sabores bem carateristicos desta região. Bouquet com imensa fruta vermelha, do bosque com destaque para as amoras, cerejas, mirtilos e com toques florais. Na boca os taninos estão bem marcantes, mas com a evolução muito agradável porque o vinho apresenta uma frescura a acompanhar, bem como um corpo muito envolvente que nos leva para um final persistente.

 

Classificação: 16,5/20 

Preço: 7€ (preço médio)

Observações:  Wine Enthusiast: n/d;  Revista de Vinhos: n/d; Grandes Escolhas: n/d; Vivino: 3.7/5

Quinta do Estanho Tinta Roriz 2001

por Rui Sousa, em 10.05.09

 

Características do Vinho:

Tipo: Tinto
Castas:
  Tinta Roriz 

Ano: 2001
Região: Douro (DOC)
Data da Prova: 10 de Maio de 2009
Teor Alcoolico : 14%

Produtor: Quinta do Estanho - Alijó  www.quintadoestanho.com


 

 

Sobre o Vinho...

A Quinta do Estanho consta da primeira Demarcação de Vinhos, “De Feitoria” em 1757. Situa-se na margem esquerda do Rio Pinhão a uma altitude média de 300 metros. Produz vinhos de QUALIDADE há várias gerações. Seu proprietário, Jaime Acácio Queiroz Cardoso, em 1987 tornou-se no segundo Produtor – Engarrafador – Exportador de todo o Douro, vendendo os seus Vinhos directamente para o mercado nacional e Internacional.

Se é certo que o Deus Baco benfadou esta quinta também é verdade que este advogado-lavrador-viticultor soube apropriar-se dos ancestrais segredos da família, actualizá-los de acordo com as novas tecnologias e produzir produtos vínicos que enobrecem a região pela sua qualidade e que são já considerados por enólogos e apreciadores tanto em Portugal como no estrangeiro. (www.quintadoestanho.com)

 

Prova:

Douro... que palavras mais posso pensar e escrever para descrever todas as suas qualidades... é para muitos a Região dos Vinhos de Portugal... não gosto de particularizar o vinho portugues... mas esta região merece sempre uma atenção redobrada!!! Quanto a este varietal, o que mais me marcou foi a elegancia do vinho, fresco, balsamico, com notas florais e silvestres... a fruta negra e silvestre destacando a ginja estava presente, em bom plano, a marcar pela presença de mão dada com a frescura... em bom equilibrio. De referir ainda toques de couro e especiarias... quanto ao final, não sei se por ser um vinho fresco, não foi tão marcante quanto esperava, ficando pelo simples final não muito longo, nem marcante... 

 

Classificação: 16 Valores

Preço:    ?l

Observações: Agradeço às fantásticas pessoas que me ofereceram esta garrafa, dado-me a oportunidade de provar mais um bom vinho do Douro.

Regresso à escrita...

por Rui Sousa, em 21.04.08
Depois de este tempo (longo) de pausa, consegui ultrapassar todos aqueles sentimentos que não me deixavam descrever, transmitir o que sentia quando degustava um vinho...
Esta ausência de palavras surge num momento de mudança da minha vida profissional e pessoal, onde aqueles momentos já destinados às provas foram alterados... e quando refiro os momentos, não são apenas momentos temporais, nem tão pouco locais, são a falta de todos alguns pormenores , rituais que criamos a volta da degustação, da prova dos bem conhecidos lanches, jantares, onde reinava a boa disposição e os amigos em amena cavaqueira!!!!
Esta mudança não foi para pior, posso garantir, mas senti (inconscientemente) esta mudança, esta quebra no quotidiano... não fiquei longe dos vinhos, nem dos enoblogs ! frequentei foi com muito menos frequência e sempre que pensava em transmitir para palavras os aromas, os sentimentos vividos ao provar um vinho, adiava para amanha e depois para o outro dia e assim consecutivamente.

Bem, mas chegou a altura de alterar esta situação de marasmo e começar novamente a descrever algumas palavras que surgiram neste passado fim de semana numa visita relâmpago em formação profissional à bela cidade do Porto.
E os vinhos provados num jantar foram de muito bom nível... O primeiro a ser provado, eu não conhecia mas confirmou as credenciais da pessoa que nos indicou...
Terras de Monforte Escolha 2003!!! Depois deste tinto chegou a surpresa da noite porque ninguém contava com a chegada em grande do duriense Vértice Grande Reserva 2003!!!
Foram estes dois tintos que nos acompanharam num belo jantar, bem tarde, temos que dizer, mas que decorreu muito bem...
Um alentejano e um duriense com todas as características regionais bem vincadas... O terras de monforte escolha surgiu-nos com muita força, com garra, a lembrar já as conhecidas festas de verão com a mistura de umas touradas... os aromas que me transmitia faziam-me viajar por esses meses... a terra batida, o ar seco, o calor, com todos aqueles aromas de fruta que me faz lembrar essa época, as framboesas, a cereja, as frutas vermelhas... com toques de especiarias com o café , chocolate e canela a ficar retidas na minha memória sensorial. Um tinto muito bem equilibrado do qual refiro o final longo bem apetecível ... 17,5 Val
O Vértice é um vinho que todos nós já ouvimos falar e sempre coisas boas... E não falhou... é de facto um duriense muito bem elaborado com uma complexidade que nos prende à prova desde o inicio até ao último copo... com a fruta vermelha envolvida em aromas balsâmicos com toques de especiarias, novamente a canela estava metida.... na boca os taninos são muito bons a envolverem o palato e toda a superfície de agradáveis sensações que continuaram por um final muito marcante, delicioso...17,5 Val

Meandro Vale Meão 2004

por Rui Sousa, em 09.07.07


Características do Vinho:

Tipo: Tinto
Castas:
   Touriga Nacional (30%) Tinta Roriz (30%) Touriga Franca (30%) Tinto Barroca (5%) e Tinta Amarela (5%)

Ano: 2004
Região: Douro DOC )
Data da Prova: 04 de Julho de 2007
Teor Alcoolico : 14,5%

Produtor: Quinta de Vale Meão


Sobre o Vinho...

Mais um tinto vindo das terras frias do Douro. Muitas vezes provando este tintos nem parece que são destas belas terras portuguesas. Esta quinta foi adquirida em no séc XIX pela eterna D. Antónia Ferreira que adquiriu estes terrenos a Câmara de Foz Côa. Foi esta quinta a responsável por um pequeno atrito entre D. Antónia e o governo de então porque a quinta não ficava dentro da região demarcada do Douro, tendo a Ferreirinha ameaçado com uma greve geral e uma viagem das gentes do Douro em protesto, o que bastou para ser afirmado que tinha sido um mero equívoco.

 

Prova:

Douro que rico Douro! Não sei quantas vezes já elogiei esta região, mas não há outra alternativa!!!! Mais uma vez um belíssimo tinto a um grande preço, e que tinto, ruby escuro , no nariz a fruta silvestre e negra assume-se com toques doces de chocolate e ainda leves aromas balsâmicos. De inicio os taninos surgem como donos do bairro a mandar e desmandar na prova, mas logo depois parece que quem manda é mesmo o vinho na sua plenitude e mostra-se fresco, frutado com nuaces chocolatadas e um bom corpo a permitir uma agradável prova, sem se notar o alcool. Bom final.

 

Classificação: 16,5 Valores

Preço:    8.10€ Garrafeira Diogo's - Funchal

Observações: Hoje em dia que mais posso acrescentar a esta região? Penso que nada só dignificá-la e beber mais uns verdadeiros Douros e continuar a ficar maravilhado por esta região.

Scarpa Garrafeira 1987

por Rui Sousa, em 13.06.07


Características do Vinho:

Tipo: Tinto
Castas:
   Tinta Roriz 

Ano: 1987
Região: Douro DOC )
Data da Prova: 08 de Junho de 2007
Teor Alcoolico : 12%

Produtor: Quinta da Cismeira


Sobre o Vinho...

O que hei-de dizer sobre este vinho? Foi produzido em 1987, na Quinta da Cirmeira em São João da Pesqueira. Elaborado a base de Tinta de Roriz, estagiou em pequenas vasilhas de carvalho portuguesa. Foram produzidas cerca de 63000 garrafas. Esta tinha o número 22.958.

 

Prova:

Foi decantado e esteve cerca de 40 minutos a repousar, antes de decidirmos começar a prova. Depois apareceu com uma cor bem granada, no nariz, começou por apresentar aromas de vinho do porto, mas não de um vinho com muitos anos de guarda, mas antes de um LBV ou o Ruby . Os frutos vermelhos, notas licorosas, cacau, toques balsâmicos, flor de laranjeira. Ao longo da prova alternou numa posse mais suave, mais fresco, parecendo mesmo que era um jovem fresco tinto. Na boca surge ainda com fulgor, com a madeira e a fruta a comandar. As notas frescas, balsâmicas, também dominam e mantêm a prova sempre viva. Os taninos estão presentes mas dominados, bem persistente e com final muito fresco e agradável. Foi um vinho que surpreendeu a nós todos, porque não sabíamos se estaria em condições para ser bebido após 20 anos, mas está um belo vinho velho.

 

Classificação: 18,5 Valores

Preço:    ?

Observações: Hoje faz um ano que me decidi escrever sobre os vinhos que provei, essencialmente com os amigos. Para mim o vinho é sobretudo uma bebida social, e como tal, gosto de estar com os amigos a confraternizar e a degustar bons vinhos sempre em ambiente de festa e alegria. Desejo que assim continue e que seja sempre com bons vinhos.

Douros com boa RQP

por Rui Sousa, em 08.06.07
Mais uma prova de vinhos, associada a uma boa jantarada com os amigos. Desta vez a escolha foi dois Douros . Tentamos procurar dois vinhos com um objectivo principal - uma boa qualidade preço. Assim os vinhos provados tiveram um preço de custo inferior a 10€.
Os dois tintos escolhidos foram o Cistus Reserva 2001, um desconhecido por nós, mas veio a confirmar a boa região onde é produzido. A outra botelha foi o Passadouro 2004, depois de já termos provado a colheita de 2003 quisemos ver as diferenças deste conhecido vinho.

CISTUS RESERVA 2001
Boa surpresa! Este tinto é sobretudo uma óptima opção para quem quer provar um bom duriense a bom preço. Digo isto porque representa bem todas as características da região, fresco, balsâmico , com fruta, e bom corpo. Este tinto mostra-se com uma cor escura a fugir para o granada, depois no nariz começa a viagem pelo Douro, a frescura do balsâmico com notas vivas de fruta, cereja e ginja a se notarem muito bem. Algumas notas licorosas e de menta também surgiram durante a prova. Na boca a frescura continua bem associada à fruta e os taninos envolventes, em bom plano. É um tinto muito agradável de se beber, devido a sua frescura e bom corpo torna-se numa companhia ideal para estar a conversar com os amigos. O final é bem agradável e tem uma boa persistência. 16,5 Val


PASSADOURO 2004
Não posso dizer que foi uma surpresa, mas sim uma confirmação de um vinho muito bem feito. Chega-nos também com uma cor bem escura com um anel violeta bem vincado. Nariz cheio de fruta silvestre e negra com bons toques de notas frescas, junto com toques de cacau e chocolate. Este é um vinho diferente do primeiro porque é mais "corpulento", tem um corpo que nos envolve muito mais, cativante, prende-nos mais ao copo. Na boca os taninos são envolventes, volumosos, "carnudos"  e com a fruta  associada a notas de madeira. O final é bom e bem persistente.  Este é um vinho que  consegue prender a nossa atenção desde o inicio, é mais uma excelente RQP e que sem dúvida que  irá conquistar adeptos por esse mundo fora.  17 Val